Mostrando postagens com marcador Críticas. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Críticas. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 19 de dezembro de 2016

Crítica Rogue One

O novo filme do universo Star Wars, feito para o fã.


Todos os filmes da saga Star Wars sempre tiveram foco nos Jedi,Sith,na Força,Sabres de Luz, porém sempre com o mínimo da fonte do nome, a Guerra. No entanto Rogue One segue por uma linha diferente e deixa esses elementos de lado e foca no lado das guerras. 
 O filme se passa depois do Episódio III: Vingança dos Sith e antes do Episódio IV: Uma Nova Esperança,com personagens totalmente novos e contando uma história que nunca foi explicada,a maneira que os Rebeldes conseguiram os planos da arma de destruição em massa do Império, a Estrela da Morte.
 O longa tem um peso totalmente diferente dos outros filmes, mostrando a real consequência de uma guerra, onde tanto do lado dos Rebeldes quanto do Império pode se ter pessoas boas e pessoas más, além de esquecer o drama familiar e focar nas equipes, táticas de batalha, militarismo e espionagem.
 Apesar de utilizar a todo momento referências e "Fãs services" que remetem a nostalgia para quem acompanha Star Wars,também não deixa de ser divertido para quem não conhece a saga,apenas um pouco confuso por conta da sua cronologia, porém um ótimo filme para se começar pra quem nunca tinha visto os outros.
 A sua trama é muito mais adulta e tem um drama diferente ainda não visto.
 Os personagens podem não ser tão cativantes como normalmente são na saga principal, porém tem a importância de mostrar o que a guerra afetou em cada um. O problema maior do filme esta na protagonista Jyn Erso(Felicity Jones) que tinha um potencial de ter um arco muito bem trabalhado, porém foi pouco desenvolvido, e infelizmente não é cativante como Luke ou Rey. Porém, a atuação do elenco etá impecável, principalmente de Mads Mikkelsen(Galen Erso) e Ben Medelsohn(Diretor Krennic)    
 Os efeitos visuais do filme estão de "encher os olhos" onde visualmente e esteticamente estão magníficos,além de uma fotografia muito bela. Ação muito bem utilizada, de uma forma nunca vista em Star Wars.
 Concluísse que apesar de muitos elementos reutilizados, referências, e nostalgia, é um filme totalmente novo e diferente da saga Star Wars e é indispensável para qualquer fã. Também sendo um ótimo filme de guerra e ação que pode divertir qualquer pessoa nos cinemas, sendo fã ou não.



Nota 10/10


sexta-feira, 4 de novembro de 2016

Crítica Doutor Estranho

Prepare-se para o filme mais estranho da Marvel Studios

Desde sua primeira adaptação em 2008 com Homem de Ferro, a Marvel Studios tem seguido a mesma formula em seus longas.Filmes leves que alcançam todos o públicos, cheio de piadas e ação. Porém  o que torna cada filme único são as diferentes personalidades dos personagens e a temática, onde já vimos fantasia,espionagem,assalto e etc.
E que tem funcionado muito bem até agora. Mas será que Doutor Estranho se junta nesse contexto?
 A adaptação segue muito fiel as HQs, onde na origem o famoso e arrogante neurocirurgião Stephen Strange(Benedict Cumberbatch) sofre um acidente de carro e perde a sensibilidade das mãos. Depois disso nenhum outro medico consegue ajudar a curar Stephen, então com isso ele vai atrás da Anciã(Tilda Swinton, nos quadrinhos Ancião) que o mostra que a realidade não é como ele pensa que é, e nisso o transforma num mago com poderes, onde ele deve proteger o mundo das ameaças místicas e de outras dimensões.
A atuação de todo o elenco é incrível, cenários e fotografia muito bela. Ação muito bem resolvida e com certeza o melhor de tudo são os efeitos especiais impecáveis e que vale muito apena se ver em IMAX, onde o fantástico, extraordinário e psicodélico está muito presente.
Um dos grandes problemas da Marvel é que elas focam no arco do herói, porém não desenvolvem tão bem seus vilões, e Doutor Estranho não foge desse problema, onde os vilões do filme tinham grande potencial, porém pouco desenvolvidos.
O grande diferencial desse para os outros longas do estúdio é que o filme tem uma temática um pouco mais adulta,uma gravidade maior e um tom um pouco mais sombrio, além da temática mística com lutas astrais e viagens dimensionais. Porém seu grande erro é inserir piadas, que apesar de engraçadas, são desnecessárias e desequilibra esse tom mais pesado.
No geral, tudo é incrível, as atuações, os efeitos, as batalhas e misticismo, o arco do personagem principal e enredo do filme. O único problema é que se prende na mesma fórmula de sempre, o que impede de ter um tom e gravidade mais firme e se tornar mais único diante de outras produções da Marvel.
O que o estúdio precisa é de coragem, para em algum momento sair um pouco da mesmice e ser mais radical.
Porém a diversão é garantida e realmente esse é um dos melhores do Universo Cinematográfico Marvel


Nota 8,5/10

domingo, 7 de agosto de 2016

Crítica Esquadrão Suicida

Os piores dos piores

O terceiro filme do Universo Estendido da DC Comics traz uma equipe desconhecida dos quadrinhos pelo grande público para as telas do cinema, assim como a Marvel Studios fez com "Guardiões da Galáxia(2014)", porém não com o mesmo exito.
O filme tem a direção de David Ayer e trás um grande elenco para o filme como: Will Smith(Pistoleiro), Margot Robie(Arlequina), Viola Davis(Amanda Waller), Jared Leto(Coringa) entre outros. A trama se passa depois dos eventos de "Batman vs Superman: A origem da Justiça(2016)" porém com uma história paralela não sendo necessário ver os filmes anteriores.
Amanda Waller reúne um grupo de vilões para prestar serviços ao governo depois da morte do Superman, porém uma integrante do grupo é uma meta-humana conhecida como Magia(Cara Delevingne), uma bruxa presa no corpo de uma exploradora, acaba se libertando e com a ajuda de seu irmão, pretendem dominar o mundo, e a equipe de vilões junto ao Coronel Rick Flag(Joel Kinnaman) e sua guarda costas Katanna(Stephanie Sheh) tem a missão de impedi-los.
O longa tem um enredo um pouco fraco e clichê, além de não ter a essência das histórias dos quadrinhos onde eles realizam missões secretas. O filme tem muitos cortes e muitas cenas excluídas e com isso temos uma edição que deixa algumas coisas confusas.
A comédia do filme não é bem resolvida e é bem fraca e "sem sal". A ação em alguns momentos é bem simples e em outros bem mais divertida. O que salva o filme é a essência dos personagens que foi mantida e a ótima atuação com exceção de personagens como Magia, Amarra e Katanna que foram pouco aproveitados ou mal desenvolvidos. O Coringa tem um pequeno espaço para mostrar seu potencial, porém com esse pouco não se mostrou fiel e nem um pouco cativante quanto o Coringa de Heath Ledger em "Batman: O Cavaleiro das Trevas(2008)". No final é um filme que é divertido graça aos personagens e suas relações, pelo esforço dos atores, pela excelente trilha sonora, e por algumas divertidas cenas de ação. Não tem uma ótima utilização do 3D, porém tem uma ótima estética visual e grandes referências ao universo DC Comics, tanto dos filmes quanto dos quadrinhos. Em meio de pontos positivos e negativos, se conclui que é um filme bacana de se ver em momentos de tédio, porém não cumpre as altas expectativas que se tinha sobre o longa, e faz a animação "Batman: Assalto ao Arkham(2014)" ser um filme muito melhor do Esquadrão Suicida.


Nota 6,5/10

domingo, 17 de julho de 2016

Crítica Caça Fantasmas(2016)

Quem você vai chamar?

Em 1984 chegava aos cinemas "Os Caça Fantasmas", um filme que mistura terror com comédia, onde na trama temos quatro amigos que se reúnem para caçar fantasmas em Nova York. Um filme excelente, com ótimos atores e que fez tanto sucesso que rendeu uma continuação em 1989.
Depois disso a franquia ficou a mais de 30 anos sem um novo filme, porém continuou em outras mídias como desenhos e jogos, e nunca caiu no esquecimento dos fãs.
Porém com o anúncio de um novo filme, os fãs vieram a loucura ao descobrirem que não seria uma continuação e que teria 4 mulheres como protagonista, tanto que o trailer é o trailer de filme com mais "dislikes" do YouTube.
Mas felizmente o filme lançou e é excelente.
Na trama, uma professora da Universidade de Columbia, Erin Gilbert(Kristen Wiig), escreveu anos atrás com uma ex-amiga Abby Yates( Melissa McCarthy) um livro sobre o paranormal e existência de fantasmas. Mas o livro nunca foi levado a sério e Erin e Abby acabaram se distanciando. Mas um certo dia o dono de um famoso museu de Nova York a procura pois diz ter acontecido atividades paranormais. Então junto com Abby e uma nova cientista Jillian Holtzmann(Kate McKinnon) formam um grupo de caçar fantasmas e acabam descobrindo que alguém anda fazendo aparelhos que amplificam atividades sobrenaturais.
Nisso se juntam a equipe Patty Tolan(Leslie Jones), uma funcionária de metrô e Kevin(Chris Hemsworth) o secretário.
O filme tem um "timing" de piadas muito boas e as quatro atrizes protagonistas(que são
comediantes na vida real) estão excelentes em seus papéis.
Os efeitos especiais estão muito bem trabalhados e muito bonitos de se ver e é altamente recomendado de se ver em 3D.
As questões de feminismo são tratadas levemente e surgem naturalmente e com personagens fortes, cativantes e muito fácil de se familiarizar.
O roteiro do filme não peca, e é muito semelhante ao do primeiro da franquia, porém em uma versão atualizada e cheio de referencias a antologia Caça Fantasmas.
Mas não se preocupe, pois é um filme totalmente novo e sem ligações com suas versões antigas.
No geral é um filme super engraçado, divertido, com ótimos efeitos visuais e muitas referências.
Um ótimo filme pipoca para se ver com amigos, família e que vai deixar um gostinho de quero mais.


[ Fique até depois dos créditos pois tem uma surpresinha]


Nota 9/10

sexta-feira, 18 de dezembro de 2015

Crítica Star Wars Episódio VII: O Despertar da Força

A Força Despertou, e despertou de vez!!!

[Post livre de Spoilers] 

Há 38 anos lançava nos cinemas Star Wars, um filme que surpreendeu a todos, mostrando que se pode misturar ação, aventura, ficção cientifica e ainda assim ser amado por qualquer idade e classe social. Nem George Lucas esperava tanto sucesso para sua criação, e quando obteve resultado , foram lançados mais dois filmes, fechando assim uma trilogia ,e que se transformaram em clássicos do cinema. O primeiro filme ainda foi responsável não só pelo lucro com o filme em si, mas pela criação de produtos relacionados com a obra como: brinquedos, camisas e etc, pratica usada para blockbusters até hoje. Em 1999, Lucas lançava mais um filme, que ia se tornar outra trilogia, servindo como um preludio para os filmes antigos. Mas os filmes acabaram perdendo a essência dos filmes anteriores, com poucos personagens antigos e com nem todos os novos sendo simpatizantes, além de histórias não tão empolgantes e excesso de computação gráfica. Os filmes não eram extremamente ruins, porém foi muito criticado e não tão amado pelos fãs... 
Em 2012 a Disney compra a Lucas Film, empresa responsável pelos direitos de Star Wars, e com isso George Lucas não tem mais total controle sobre a saga. Nisso a Disney entra em ação e anuncia Star Wars VII para 2015 com direção de J.J Abrams(Star Trek e Lost).
Sem revelar detalhes da história, o filme apresenta novos personagens e ainda traz personagens antigos e consegue desenvolver muito bem tanto os antigos como os novos.
Dentre os novos temos: Finn(John Boyega), Rey(Daisy Ridley), Poe Dameron(Oscar Isaac),Kylo Ren(Adam Driver),Maz Kanata(Lupita Nyong`o),Snoke(Andy Serkis) o androide BB8,entre outros.E dentre os antigos temos: Léia(Carrie Fisher), Han Solo(Harrison Ford), Chewbacca(Peter Mayhew), R2D2,C3PO e até mesmo Luke Skywalker( Mark Hamill) em determinado momento. O filme consegue muito bem trazer nostalgia e referencias a trilogia clássica e se diferenciar da trilogia do prelúdio.Consegue desenvolver todos seus personagens e ainda fazer com que você se importe com todos eles, e todos tem boas motivações.
Sabe mesclar bem efeitos práticos com efeitos de computação gráfica. Tem uma história super envolvente e muito semelhante ao primeiro filme da saga Star Wars Episódio IV: Uma Nova Esperança , até mesmo em seus personagens tendo funções parecidas como: Rey lembra Luke Skywalker pois mora no deserto e vive em paz mas é chamada pela aventura, BB8 funciona como R2D2 pois além de serem dróides parecidos tem uma função muito semelhante,Poe Dameron lembra muito a personalidade do Han Solo,existe a Starkiller que é igual a Estrela da Morte,Primeira Ordem lembra o Império,Resistência lembra a Aliança Rebelde, Capitã Phasma lembra Bobba Fett, Han Solo serve como um mentor para Rey assim como Obi Wan era para Luke além da semelhança da própria história. Apesar dessas semelhanças, em certo momento o filme se transforma e se torna totalmente novo, virando de fato um episódio VII.
O filme vai fazer os fãs se alegrarem,emocionarem,chorarem,e amar o filme a cada momento, e além de servir como nostalgia para fãs, serve para introduzir a saga para uma nova geração. 
É divertido para todas as idades, e para todas os gêneros, então não se preocupe se você não curte ou nunca viu Star Wars.
Apesar de coisas serem mal apresentadas como a Primeira Ordem e de a Capitã Phasma ser mal aproveitada, são detalhes bem pequenos comparado a grandiosidade do filme, além de que são erros que podem ser corrigidos nos outros filmes.
Muitas coisas são deixadas e aberto para obviamente serem respondidas em seus próximos filmes com datas já confirmadas
A obra em um todo mistura elementos que já funcionavam em seus filmes anteriores e ainda cria elementos novos que dão certo e que formam uma obra sensacional.
Você que é fã vai amar, não se preocupe, o filme é excelente.
Pode-se dizer que é um dos melhores filmes de Star Wars e até mesmo um dos melhores do ano.
J.J Abrams fez um ótimo trabalho e um filme que vai entrar pra lista dos filmes mais épicos já criados.

Nota 10/10


Não se esqueça de comentar o que achou do filme aqui nos comentários!!!
Leia os comentários apenas se viu o filme para prevenir Spoilers!!!

domingo, 9 de agosto de 2015

Crítica do filme de Quarteto Fantástico

O filme que traz de volta os personagens queridos pelos fãs e que recebe péssimas críticas.

Depois de um filme feito nas pressas e totalmente ruim, a Fox adquiriu os direitos de Quarteto Fantástico e fez dois filmes dos personagens que foram extremamente criticados e então a Fox desistiu de continuar com a franquia. Porém para não perder os direitos resolveu rebootar os personagens em um novo filme que chega aos cinemas e recebe péssimas críticas.
Na trama Reed Richards é um gênio desde a infância, e projeta uma máquina que teletransporta matéria para outro lugar. Para isso ele tem a ajuda de um garoto chamado Ben Grimm que acaba se tronando seu melhor amigo. Eles conseguem fazer a máquina funcionar porém ninguém reconhecem seus dons até que anos depois Franklin Storm chama-os para reproduzir essa máquina,que na verdade teletransporta para outra dimensão,em grande escala para teletransportar humanos para a dimensão zero.
Franklin tem dois filhos, Sue e Johnny Storm que trabalham na empresa também. 
Victor um cara inteligente, os ajuda construir a máquina. Quando eles vão para essa dimensão ganham poderes e Victor acaba se tornando um vilão.
 O filme é uma adaptação de uma equipe de super-heróis porem não é um filme de super-heróis e sim um filme de ficção cientifica com uma pequena(pequena mesmo) dose de heroísmo. O que seria bom, pois mudaria um pouco o gênero nos filmes de heróis. Porém o filme se foca muito na máquina de teletransporte e se foca menos na ação e em algo épico. Tendo apenas uma batalha de ação, e quase nada de efeitos especiais, e quando tem, são efeitos razoáveis mas que poderia ser muito melhor para essa época.
O filme tem grandes atores porem o filme não trabalha muito bem os personagens e nem os adapta bem. Não mostra o sarcasmo do Coisa, nem o fanfarão do Tocha Humana.
A mulher invisível tem seu cabelo mudando toda hora e ela mal fica invisível. Por fim o Senhor Fantástico que parece ser mais gênio quando criança do que quando adulto onde mal mostra sua genialidade. Os uniformes dos heróis e do vilão são horríveis. O vilão é novamente o Doutor Destino que tanto como Victor tanto como Destino foi mal desenvolvido. O filme é muito cansativo e enjoativo, então não leve uma criança, pois se já é enjoativo para um adulto, imagine para uma criança.O filme tem lados positivos como a cena em que ganham seus poderes, pois se diferencia dos outros filmes que mostra que é divertido ganhar poderes, e aqui mostra que é aterrorizante e doloroso. Quando a ação finalmente começa ela acaba o que é desapontante.
É um filme que é um pouco divertido, mas que não lembra em nada as divertidas histórias do quarteto.

Nota 5/10




domingo, 19 de julho de 2015

Crítica Homem-Formiga

Chega o fim da Fase 2 na Marvel nos cinemas, com um ótimo filme de um GRANDE herói.

A Marvel não nos decepciona desde Homem de Ferro 3 e mostrou em Guardiões da Galáxia que heróis desconhecidos e um tanto quanto estranhos podem fazer muito sucesso.
É então que a Marvel decidiu lançar, depois de anos e diversos problemas na produção o filme do Homem Formiga. Quando o diretor Edgar Wright desistiu de dirigir o filme, Peyton Reed que ficou com esse cargo. Muitos pensavam que esse problema afetaria o filme, e que esse poderia ser o primeiro fracasso da Marvel, até mesmo depois de um trailer não muito satisfatório.Veio então o segundo trailer e já reergueu a esperança de muitos. 
Finalmente o filme lançou, e não nos decepcionou novamente. O longa conta a história de Scott Lang saindo da prisão e tendo que arranjar um novo emprego e ter dinheiro para poder ter um bom olhar de sua filha Cassie que mora com a Mãe e padrasto. É então que Hank Pym, pede a Scott para se tornar o Homem Formiga e ajudá-lo em uma missão, pois ele é um ótimo furtador. O vilão do filme Darren Cross, quer tomar as empresas de Pym e recriar a formula de diminuir o tamanho para usar em sua armadura: Jaqueta Amarela.
O filme é extremamente engraçado e com piadas a todo momento, e talvez o mais engraçado da Marvel. Tem ótimos efeitos especiais, e que deixam todas as cenas que ele está pequeno muito boas, com destaque na cena de treinamento de Scott. As batalhas são de perspectiva do herói e vilão, e acontecem em cenários e deixam tudo épico, porém quando é mostrado da perspectiva normal, deixa de ser épico para engraçado. Todas as cenas de ação são muito boas, principalmente as que tem transição do herói de pequeno para grande no meio das lutas. É um filme cheio de easter eggs e referencias e será muito bom ver em DVD/Blu-ray procurando todas elas. Se você não acompanha o universo Marvel nos cinemas, mas quer ver esse filme não se preocupe, ele não tem muitas ligações a não ser por uma cena que remete diretamente ao final de Vingadores 2, porém você irá curtir o filme e não precisa ver todos os outros para entender esse.
O marketing do filme foi muito bom com um trailer mediano, outro excelente(tendo até um trailer versão pequena para formigas), ótimos posters,slogans irônicos e etc.
Concluindo, é um filme com uma trama boa, comédia excelente e cenas de ação empolgantes e com certeza um dos melhores filmes da Marvel.
(Obs1: Fui ver o filme na estréia, porém não tive tempo de fazer a crítica.)
(Obs2: Fui em 3D porém em um cinema péssimo, então não sei se o 3D do cinema que é ruim, ou se é do filme)

Nota 10/10
  

domingo, 12 de julho de 2015

Crítica Minions: O Filme

Os seres mais fofos e amados do mundo estão de volta em seu novo filme


Os Minions são seres fofos e engraçados que trabalham para o super-vilão Gru, nos filmes Meu Malvado Favorito(2010) e Meu Malvado favorito 2(2013) e que ganharam um spin-off contando de onde eles surgiram e como conheceram Gru.
O filme conta que os Minions são seres pré-históricos e que estão no mundo a mais tempo que nós, seres humanos. Desde que existem, querem servir a um ser superior a eles, o ser mais malvado que existe. Porém sempre que acham um chefe, acaba dando errado, pois são desastrados e matam os seus chefes. Quando os Minions perdem a esperança de achar um chefe, eles criam sua própria comunidade e acham que seria melhor viverem assim. Ficam tristes e entediados pois não tem um chefe do mal para comandá-los. Então os Minions Kevin, Bob e Stuart decidem ir em busca do chefe mais malvado que existe. Então pegam carona para Orlando e vão a Expo-Vilão onde os maiores vilões do mundo se encontram. Começam a trabalhar para Scarlet Overkill, a maior super-vilã que existe. O longa se passa em 1968 e tem trilha sonora excelente com músicas de bandas da época. O filme começa bem engraçado porém vai perdendo a graça ao decorrer do filme, e volta em apenas alguns momentos. A graça do filme se dá pelos Minions que sempre foram engraçados e sustentam o filme, porém um longa inteiro com eles faz com que você enjoe um pouco, e tem piadas que estão ligadas aos seus gestos, modo de falar e não piadas inteligentes. Por ser a maior vilã de todas, você espera que Scarlet tenha uma boa motivação por isso, só que a motivação dela é muito boba. Não espere um grande enredo, pois ele é muito infantil, mas é razoável. Comparando o filme com Divertida Mente, que tem um ótimo enredo, esse filme se torna muito pipoca e está longe de ser um clássico, ao contrário do filme da Pixar. Se você quiser ver um filme mais inteligente e emocionante, vá assistir Divertida Mente, um filme que um adulto irá curtir mais que uma criança. Se quiser ver um filme mais comédia e pipoca, vá ver Minions, um filme que uma criança irá curtir mais que um adulto. Não se engane, o filme não é ruim, mas não tem toda a grandiosidade de um filme da Disney/Pixar. É um filme bobinho, mas que lhe trará uma diversão momentânea, sem contar que é um bom preludio aos filmes Meu Malvado Favorito. 
(Obs: Não fui em 3D)
 Nota 7/10 
 

sexta-feira, 26 de junho de 2015

Crítica Divertida Mente

A Pixar está de volta

É divertidamente que a Pixar faz sua volta, depois de um ano sem lançar filmes, e trás um filme genial, totalmente novo e de volta as raízes de um filme original e cheio de emoções.

O filme mostra o que se passa dentro de uma garotinha chamada Riley, e mostra os sentimentos:Alegria,Tristeza,Nojinho,Raiva e Medo que comandam o seu modo de agir, mostrando que as memórias são formadas e ficam da cor do sentimento que ela sentiu naquele momento.
As memórias depois de um dia são mandadas para as ilhas: Família, Amizade, Bobeira, Hockey, Honestidade que são as personalidades da garota, que foram formadas pelas memórias bases, que são as memórias de momentos mais marcantes da vida dela.
Em um momento do filme, quando Riley e seus pais mudam de cidade, uma das memórias bases que eram de uma lembrança feliz, acaba se tornando triste por uma consequência da Tristeza. Então Alegria e Tristeza são lançadas fora da sala de controle e as memorias bases são retiradas e vão junto com ela, o que acaba desligando as cinco ilhas.
De resto, o filme mostra coisas como: a área de esquecimento, área da imaginação, área do subconsciente(onde ficam os maiores medos de Riley), a área dos sonhos e também a área da imaginação onde o Bing Bong,amigo imaginário de Riley, estava.

O filme é simplesmente lindo e acabam mexendo com os seus sentimentos pois tem momentos que te fazem rir e outros que te fazem chorar.
Totalmente genial, nos moldes da Pixar, que encaixam direitinho os sentimentos, saudades, imaginação, memórias, ideias, esquecimentos, sonhos e etc.
Visualmente lindo, porém que muitas piadas e momentos tristes são bem mais aproveitadas por adultos pois é bem complexo e não é totalmente compreendido por crianças.
Porém é um filme que todos irão curtir.
O 3D acaba sendo bastante desnecessário, então não é recomendável. 
Talvez esse seja o filme mais realista e adulto da Pixar, e o menos fantasioso também.
Senti apenas falta de uma trilha sonora marcante, ou uma música que ficasse na cabeça como a Pixar/Disney costuma fazer.
De resto o filme é ótimo, excelente, por fim, maravilhoso.
O filme todo é uma metáfora para o passar da fase da infância para adolescência, onde tudo começa a mudar.
E pode ter certeza que muitos irão chorar.
                          Nota 10/10
                                    

terça-feira, 23 de junho de 2015

Crítica Jurassic World

O parque está aberto

Prepare-se para um filme cheio de referências ao Jurassic Park original(1993) ,muita emoção, tensão e muita ação e aventura.
O filme é dirigido por Colin Trevorrow e produzido por Steven Spielberg
A trama desse filme se passa com o parque dos dinossauros, que agora é chamado de Jurassic World, em funcionamento há muitos anos e com muitas atrações.É então que uma mãe decide enviar seus filhos ao parque pois a tia deles Claire(Bryce Dallas Howard)trabalha lá.Com isso vemos diversas atrações e com mais ainda para inaugurar pois estão modificando DNA dos dinossauros para fazer novos, que é o caso do Indominus Rex, um dinossauro criado com DNA de um T-Rex e de outro dinossauro(que se eu disser, será SPOILER).Quando um erro acontece, Owen Grady(Chris Pratt) um importante personagem no filme, que é como um domador de Velociraptores, vai até a jaula do Indominus Rex, que acaba escapando e então o desenrolar do filme acontece.
É um filme visualmente lindo, e a trilha sonora não podia ser ruim, já que é a trilha original do primeiro filme composta por John Willians.Essa música é espetacular. Os efeitos especiais estão muito bons e combinam muito com o 3D que deixa o filme visualmente mais bonito. As cenas de ação são bem tensas e bem emocionantes, no entanto são menos tensas que a do primeiro filme.
Existem várias referências aos outros filmes e que deixam qualquer fã muito feliz de estar revendo Jurassic nos cinemas depois de 14 anos. É um filme divertido para se ver entre amigos, família,e principalmente para ter uma nostalgia imensa.
Apesar do filme ser muito bom visualmente e tudo mais, não trás muitas novidades além do
funcionamento do parque.A trama apesar de não ser igual, é bem parecida com o primeiro filme.
No final é um filme divertido, emocionante e vale a pena pagar o ingresso e futuramente ter o filme em casa, consegue ser melhor que os últimos dois filmes da franquia, porém não supera o filme original.  
Nota 9/10